Cinema de graça.

Outubro 26, 2007

SESI CINEMA APRESENTA A MOSTRA NOVOS RUMOS

O filho da noiva, Lavoura arcaica, A profecia dos sapos, Elsa & Fred – um amor de paixão, Blinky Bill – o ursinho travesso, Da cama para a fama e Não é você, sou eu são os longas-metragens da nova mostra do SESI Cinema 2007. As sessões serão apresentadas em 13 cidades do Estado entre 29 de outubro e 13 de dezembro. A entrada é franca.
O SESI Cinema 2007 apresentará a 9ª Mostra Itinerante intitulada Novos Rumos, de 29 de outubro a 13 de dezembro serão exibidos sete longas-metragens, um filme por semana com três sessões no formato DVD, em 273 projeções gratuitas nos municípios de Araraquara, Birigüi, Franca, Itapetininga, Marília, Mauá, Osasco, Ourinhos, Piracicaba, Rio Claro, Santo André, Santos e Sorocaba.
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Diálogos Culturais IV

Outubro 26, 2007

O Laboratório de Desenvolvimento Cultural do Fórum Intermunicipal de Cultura e o Instituto Polis convidam, no dia 01 de novembro, às 18:30, para o quarto Diálogos Culturais de 2007 com o título *“Os Usos da Tecnologia e a Cidadania Cultural: Políticas de Apropriação e Re-significação Simbólica”.* Serão apresentados os seguintes temas pelos convidados:

*CIBER ARTIVISMO* por Lúcia Leão

*METARECICLAGEM* por Dalton Martins

*SUPERFLEX* por Bjørnstjerne Christiansen

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Semana de Arte Moderna da Periferia

Outubro 25, 2007

 

 

 

ANTROPOFAGIA PERIFÉRICA

Programação:

DOMINGO: 04/11 às 11h00 – C A M I N H A D A C U L T U R A L
Trajeto entre o Largo do Socorro e Casa de Cultura M’Boi Mirim (Lgo de
Piraporinha)

ABERTURA

SEGUNDA: 05/11 – A R T E S P L Á S T I C A S
11h00 – Oficinas de artes plásticas
19h00 – Exposição coletiva com artistas da periferia.
Expositores: Ricardo Akemi, Boicote, Ganu, Jair Guilherme Filho,
Marcus Vinicius,
Michel Onguer, a trajetória vivida na periferia.

Local: SACOLÃO DAS ARTES
End: Av. Cândido José Xavier, 577 – Parque Santo Antonio

TERÇA: 06/11 – D A N Ç A
TARDE:
14h00 – MOSTRA DE VIDEO
14h30 – PALESTRA / DEBATE
15h30 – WORKSHOP / DANÇAS
-intervenções poéticas (em todos os intervalos)
NOITE:
18h00 – MARANA CAPOEIRA
Roda de capoeira: Angola / Regional.
18h30 – FLOR DE LIS (grupo da melhor idade)
Coreografia: Dança Indígena
19h30 – PROJETO DIVERSIDANÇA
Coreografia: Danças da Peneira (Flor de lis)
20h00 – CIA. SANSACROMA (afro contemporâneo)
20h30 – ESPÍRITO DE ZUMBI (Afro Brasileiro)

Local: CEU CAMPO LIMPO
Av. Carlos Lacerda, 678 – Campo Limpo

QUARTA: 07/11 – L I T E R A R U T A
17h00 – DEBATE: “A produção literária na periferia”,
Debatedores: Debatedores: Alessandro Buzo – Sacolinha
Elizandra Souza – Antonio Eleilson. Mediação: Sérgio Vaz

Local: CASA POPULAR DE CULTURA M’BOI MIRIM
Av. Inácio Dias da Silva, s/nº – Piraporinha.

20h00 – SARAU DA COOPERIFA

Local: BAR DO ZÉ BATIDÃO
R. Bartolomeu dos Santos, 797 – Chácara Santana

QUINTA – 08/11 – C I N E M A
16h00 – Dança das Cabaças – Exu no Brasil – 54´
17h15 – Poeira – 5´
O Último da Fila – 10′
A Viagem – 12´
Paralelo: Espasmos de Realidade – 16′
18h15 – Defina-se – 4´
Nhanhoma Paulista – 2′
Cosmolho – 3′
19h15 – Onomatomania – 2´
2 Meses e 23 Minutos – 23′
Panorama: Arte na Periferia – 50´
20h30 – CONVERSA ENTRE CONVIDADOS E PÚBLICO
19h00 – Exibição de vídeos no Terminal Capelinha

Local: CEU CASA BLANCA
R. João Damasceno, 85 – Vila das Belezas

SEXTA: 09/11 – T E A T R O
08h30 – Café da manhã e colóquio com coletivos teatrais
11h00 – Band’doido apresenta “… Não é contar piada!”.
14h00 – Cia. Diarte Teatral apresenta “Fragmentos de um poeta”
16h00 – UMOJA apresenta demonstração de processo do espetáculo “Quem me
pariu?”
17h30 – Capulanas apresenta performance “Negra Poesia”
18h00 – Ação e Arte apresenta performance com trecho do seu novo espetáculo
“X”
19h30 – Brava Companhia apresenta “A BRAVA”

Local: CENTRO CULTURAL MONTE AZUL
Av. Tomás de Souza, 552 – Jardim Monte Azul

SÁBADO: 10/11 – M Ú S I C A
Show com os grupos:

16h00 – Trio Porão
16h45 – Chapinha do Samba da Vela e Pagode da 27
17h30 – Wesley Noog
18h10 – B Valente
18h55 – Os Mamelucos
19h50 – Banda A
20h40 – Periafricania
21h35 – Preto Soul
11h05 – Versão Popular

Local: CASA POPULAR DE CULTURA M’BOI MIRIM
Av. Inácio Dias da Silva, s/nº – Piraporinha

REALIZAÇÃO: Cooperifa

Apoio Cultural: Itau Cultural, SESC Santo Amaro, Global Editora,
ASSAOC, Ação Educativa, Maxprint

Informações: (11) 9342-8687 / 8358-5965
cooperifa@gmail.com
www.colecionadordepedras.blogspot.com


Entrevista com Katia Lund, da revista Raiz 02.

Outubro 18, 2007

Procurando compreender o país em que vive, a cineasta Katia Lund se envolveu com o cotidiano da periferia e levou para o mundo as imagens que essa realidade produz.

ENTREVISTA A CAROL SGANZERLA.

Ainda é inevitável não vincular a imagem de Katia Lund ao longa-metragem Cidade de Deus, baseado no romance homônimo de Paulo Lins. Junto com Fernando Meirelles, ela dirigiu e preparou os 200 atores provenientes dos morros cariocas para atuarem de forma inédita no cinema nacional. Desse modo, a cineasta não só deixou um marco na sétima arte como também um legado no Nós do Cinema, grupo formado pelo elenco do filme que hoje caminha sozinho, graças a seus ensinamentos e incentivo.

Embora Cidade de Deus tenha dado visibilidade a essa paulistana de 39 anos, ela já estava em cena há mais de dez anos. Em 1989 foi pesquisadora e assistente de direção no longa de Hector Babenco, Brincando nos campos do Senhor, e a boa repercussão lhe garantiu participação na produção norte-americana O paciente inglês. Na volta, fez Tieta, Central do Brasil, Gêmeas, Eu, Tu, Eles, além de premiados curtas, como Golden Gate. Em 1998, em parceria com João Moreira Salles, produziu o documentário Notícias de uma guerra particular, que revela a relação entre a polícia, os traficantes e as comunidades dos morros cariocas, fruto de sua busca por um Brasil que, até então, não conhecia: o dos excluídos.
Atordoada com a diferença entre a realidade das favelas e o que era estampado nos jornais, passou a questionar o modelo social brasileiro e seu próprio papel nessa sociedade. Em busca de respostas, ela nunca mais tirou os olhos da periferia.

Depois do sucesso de Cidade de Deus, o mundo cinematográfico queria Katia Lund e a estética inovadora do filme que fascinou todas as classes sociais. Roteiros de Hollywood choviam em suas mãos, mas Katia insistia em buscar sua raiz no Brasil. Entre os convites, aceitou dirigir uma das sete histórias do All the Invisible Children, longa sobre crianças de diferentes nações do mundo que vivem situações de pobreza, marginalização, trabalho infantil e guerra civil. Ao lado de diretores como Spike Lee, Emir Kusturica e John Woo, a diretora conta 24 horas na vida de duas crianças que se sustentam da reciclagem do papelão e alumínio em São Paulo. O lançamento está previsto para março.

Atualmente, Katia tem em mãos um documentário sobre o rap no Brasil e em Cuba parado por falta de verba. Em entrevista exclusiva, fala sobre sua relação com os moradores da favela, cinema de periferia e o impacto dessas produções.

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Entrevista com MV Bill, da revista Raiz 01.

Outubro 18, 2007

RAIZ DA QUESTÃO

A PERIFERIA DO MUNDO E O MUNDO DA PERIFERIA.

EM LONDRES, O RAPPER
CARIOCA MV BILL DIZ QUE A CULTURA POPULAR E NACIONAL TAMBÉM SE FAZ DE APROPRIAÇÕES DO ESTRANGEIRO. ENTREVISTA A THEREZA DANTAS

Quais as referências culturais das periferias no Brasil – músicas, filmes, literatura?
Se for para ter como referência o que toca nas rádios e o que passa na TV, nos tornamos um povo sem referência. Não que elas não existam, mas parece que a todo momento temos que nos auto-afirmar para desconstruir a imagem de coitados e subalternos.

A mídia central vem passando que imagem da periferia brasileira?
A de que os favelados só conseguem ascensão por uma arte que essa mídia despreza, ou através da criminalidade. Depois, nos enfiam goela abaixo seus artistas, que em muitos casos são verdadeiras aberrações culturais.

Cultura brasileira, cultura popular, o que é e em que pé está?
Vejo violação tanto na cultura brasileira, a que tem a ver com a história do país, quanto na cultura popular, a que está na boca do povo. Aqui em Londres estou diante de uma situação paradoxal: a música brasileira conhecida por aqui está longe das “babas” que transitam pelas FMs brasucas. As pessoas mais antenadas conhecem mais da nossa história do que nós mesmos. Tem uma casa aqui chamada Guanabara, que toca música brasileira o tempo todo; no telão passam documentários falando da construção do Brasil, da musicalidade do Nordeste, da nossa multirracialidade. É mais fácil aprender sobre nós mesmos num club de Londres do que na TV brasileira (pelo menos para mim).

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Nova pesquisa

Outubro 17, 2007

Quarta pesquisa online do Programa Cultura Viva, organizada pelo Pontão Mapas da Rede, do IPSO, está a disposição dos Pontos de Cultura

Coordenadores e representantes dos Pontos de Cultura são convidados a responder à quarta pesquisa do Pontão Mapas da Rede, coordenado pelo Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos (IPSO), de São Paulo (SP), com os Pontos de Cultura de todo o país. Nessa edição serão abordados as atividades desenvolvidas nos Pontos de Cultura. A participação dos Pontos de Cultura é fundamental para que possam ser construídos os mapas das atividades dos Pontos, para o Ministério da Cultura. O Pontão Mapas da Rede, do IPSO, solicita que o preenchimento do questionário online seja feito até o dia 25 de setembro de 2007, clicando aqui ou digitando o endereço http://pesquisa.utopia.com.br/p004 no seu navegador.

O objetivo é que o maior número possível de Pontos de Cultura tenham acesso e respondam à pesquisa. A tabulação de resultados desta pesquisa será divulgada assim que o Pontão Mapas da Rede fizer a totalização dos dados, além do relatócio parcial com os resultados dos primeiros respondentes. O Pontão Mapas da Rede está à disposição dos Pontos de Cultura para esclarecer qualquer dúvida, pelo e-mail pesquisa@ipso.org.br ou pelos telefones (11) 3259-2129/ 3231-2972).

Todos os Pontos de Cultura devem participar das pesquisas, respondendo os questionários

É primordial a participação dos Pontos de Cultura nas pesquisa do Pontão Mapas da Rede. Quem não participou ainda pode contribuir, respondendo as três pesquisas – os formulários continuam abertos. A participação nas pesquisas garantem aos Pontos de Cultura maior visibilidade dentro do Programa Cultura Viva e, consequentemente, na sociedade e meios de comunicação. Esse é um fator relevante para criação de novas parcerias e o desenvolvimento do projeto proposto pelo Ponto de Cultura.

Participe!

Os Pontos que ainda não responderam as pesquisas devem responder os questinários o mais rápido possível. Os Pontos de Cultura podem entrar em contato com o Pontão de Cultura Mapas da Rede, do IPSO, pelo telefone (11) 3259-2129 ou pelo e-mail pesquisa@ipso.org.br. Os que não tiverem acesso à internet devem mandar uma correspondência, solicitando que seja enviado o formulário com o questionário, para o endereço: Rua Rêgo Freitas, Nº 454, 11º andar, São Paulo (SP) – CEP: 01220-010. É importante lembrar que o Pontão Mapas da Rede poderá mandar os formulários por e-mail caso o Ponto tenha algum problema com o navegador da internet.

Preencha os formulários das pesquisas:

1 – Dados de contato dos Pontos

2 – Infra-estrutura tecnológica


3 – Pessoal dos Pontos


4 – Atividades desenvolvidas nos Pontos


Oficina de História da Música na Escola de Artes.

Outubro 17, 2007

Concerto, de Lorenzo Costa - 1535

História da música é o estudo das origens e evolução da música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história, é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos.
A proposta desses 5 encontros será bem menos formal mas nem um pouco menos séria… o intuito é despertar a curiosidade para o que acontece “debaixo-do-nariz” e ninguém costuma perceber. Com um passeio rápido pela cronologia dos fatos a intenção do conteúdo histórico é contextualizar o hoje de forma que nos percebamos produto de uma enorme soma que veio literalmente do zero. Nada foi dado e tudo construído. Por exemplo, a partitura veio da necessidade de apreender a música, para tocá-la depois, continuar a compor num outro momento… e não o contrário… a música não pulou das partituras pro mundo. Parece óbvio, mas não é!

Nos vemos lá.

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IPSO.ORG

Outubro 11, 2007

osasco-mapa-pontos-ipso.JPG

O Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos – IPSO foi fundado em 25 de março de 1993, e é uma entidade civil sem fins lucrativos e apartidária. O Instituto tem como finalidade a realização de estudos, pesquisas e projetos que contribuam para a formulação e o conhecimento de novos paradigmas do pensamento e da ação, no âmbito dos desafios político-econômicos que acompanham as transformações tecnológicas em curso e o seu impacto sobre as formas de organização social, cultural e do trabalho, por meio da consecução dos seguintes objetivos:

Implantar e manter um centro de documentação que sirva de referência e base de dados para consultas, estudos, pesquisas e projetos;

Realizar estudos e pesquisas que contribuam para a formulação e compreensão dos novos paradigmas do pensamento e ação;

Fomentar e desenvolver projetos de natureza técnica, científica, educacional e cultural que atendam aos interesses de seus associados, grupos sociais e de entidades públicas e privadas;

Promover, por todos os meios disponíveis, a difusão de conhecimentos dados e informações acerca das inovações do pensamento nas áreas de interesse social, político, econômico, tecnológico e cultural.

… e o link pro mapa dos pontos no Brasil é ipso.org.br/culturaviva